quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Eu hipócrita

Estimados leitores, não repetirei o meu clichê de "eu não sei o que está acontecendo".
Desta vez eu sei e, acreditem, não me importo.
Já é tarde para reclamar, mas desde quando eu sou obediente e lógico?

Posso garantir que o caminho em que sigo está empolgado em me tornar mais frio... Garanto, também, que ele tem feito isto com maestria. Algumas coisas farão falta, eu sei, mas só consigo pensar em mim agora. Serei um pouco mais egoísta do que sempre fui. Agora, como reflexo de pessoas que buscam, sem limites, a felicidade.

Sou pedaço, sou descartável, sou complemento...
Serei inteiro, portanto, pra mim.

Talvez eu esteja errado, mas o novo e espontâneo será, por mim, muito mais valorizado que o velho e programado. Sim, estou tentando DESAPEGAR, não ser dependente e limitado por lembranças.

E a melhor parte: a dor é muito (mas muito) menos da que eu temia.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

L'Ego

Peça por peça, por peça, por peça...
O meu castelo de lego, nas mais variadas cores, crescia.
Eu o fiz, logo, engrandecia-me o ego.
Era belo! E eu o amava!

Tenho apreço ao que, feito de lego, é belo.
E construíam - ao meu, paralelo - outro castelo.
Mas faltavam-lhe peças, enquanto lhes sobrava beleza.

Sem apego, doei peças... Vermelho, azul, amarelo...
Não é despacho, eu zelo! Mas anelo, em outrem, possibilidades.

Meu castelo não cresce mais. Mas encontra-se perfeitamente como o deixei. Ainda o admiro.
Admiro, também, o que ajudei a construir, temos um elo. Estou disposto a ver a beleza, ainda que ela não esteja nos meus. Contemplar e sentir-se próximo, exatamente por causar a distância. As peças jamais foram minhas. Eram do castelo.




E eu, o que levo? Nada. Deixo tudo, inclusive o ego.
E meu lego será, eternamente, belo.


É tudo que digo, que alego. 

domingo, 26 de junho de 2011

Uma maçã

Era um broto. Cresceu. Tornou-se maçã. Verde, mas maçã. Amadureceu. Agora, vermelha e desejada.Mas encontrava-se em um galho alto. Inalcançável. Então era só admirada, de longe. Ninguém despertava interesse suficiente pra torná-la alcançável. Desprendeu-se do galho. Migrou em direção ao chão e partiu-se ao encontrá-lo. Ali, dividida, apodreceu. Noutro dia, enquanto pisavam-na, procuravam-a no alto e se lamentavam por não tê-la. Mas, desta vez, não havia mais soluções. E não houve.

Uma maçã, apenas.  

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Sim, please.


(...) se você e eu somos amigos, há uma prontidão dentro de nosso relacionamento. Quando nos vemos ou quando estamos separados, há uma prontidão de estarmos juntos, de rirmos e falarmos. Essa prontidão não tem definição concreta: é viva, dinâmica e tudo que emerge do fato de estarmos juntos é um dom único que não é compartilhado com mais ninguém. Mas o que acontece se eu mudar "prontidão" por "expectativa", verbalizada ou não? Subitamente a lei entra no nosso relacionamento. Agora você espera que eu aja de um modo que atenda às suas expectativas. Não tem mais haver com nós dois, mas com que os amigos devem fazer  ou com as responsabilidades de um bom amigo.(...)
Retirado de A Cabana


Um basta naquilo que se estabelece de acordo com uma ordem lógica, com espírito metódico. Falo, aqui, de relacionamentos, sejam eles quais forem. Tenho complicado, eu sei. Mas minha busca é pela simplicidade.
Nota mental: Preocupar somente com o tempo em que se é capaz de viver.



quarta-feira, 8 de junho de 2011

Tratado Abstrato

Agimos certo sem querer

Foi só o tempo que errou
Vai ser difícil sem você
Porque você esta comigo
O tempo todo
E quando vejo o mar
Existe algo que diz
Que a vida continua
E se entregar é uma bobagem...


 Parece ser melhor ancorar-se na certeza de que houve, de fato, o grito que se ouvia.
Ainda que seus pedaços estejam espalhados, sua destruição não está consumada. 
Seus olhos continuaram a refletir a verdade que há em você.


Não é só isso. Tem jeito. 


sexta-feira, 20 de maio de 2011

Inconstâncias

Não é sobre mentiras. Não é sobre necessidades. Não é sobre cobrança. Não é sobre sombras, tampouco contrário a elas. Não é sobre quem sou e o que penso a meu respeito. Não é sobre aquilo que, de fato, devera ser. Sabe-se sobre o que não é, mas não sobre o que é.
Vai além de abraços, momentos, palavras, promessas...
     Não se trata  de dançar conforme a música e ignorar seus movimentos arrítmicos. Nem de trocar pedaços por algo inteiro. Não é uma busca egoísta por perfeição. A todo tempo fala-se em não seguir regras, quebrar paradigmas. Seguir regras é quebra-las. Contrapor deixa de ser a aberração, mas não é sobre isto também.
     Por hora, acreditar no elo invisível não só resta, como satisfaz. Sentir, de alguma forma, que tudo irá voltar ao  anormal, que a incoerência e os absurdos serão a dose exata para trazer os velhos devaneios... Crer, talvez, na essência que, em essência, é imutável, mas permite-se evolução e implora ação. Ter, de volta, os anseios de ter. Tremer, temer, ter (nesta sequência ilógica e variável).
     Ascender. Mais que crescer e evoluir. Encontrar-se grande, construído de coisas pequenas. Partículas únicas, unidas involuntariamente por um órgão involuntário. Aquele muscular que bombeia o sangue, que bombardeia a alma. Aquele onde muitos moram e, dos seus, fazem moradia.

Por que estar não é ser e o ser é indecifrável. O ser é construído de lembranças, fatos, atos... Enquanto o estar é criado, ainda que superficialmente, de reflexos que nem sempre reproduzem a silhueta perfeita.

Bem como quem o escreve, este não tem foco, nem objetivo. Não lhe faz a mínima diferença se o final justificará os meios, pois não vive pelo fim. Não quer que acabe, portanto não acabará. Porquanto acreditar em algo, fará conforme acredita.
Apático, espera que, ao menos desta vez, suas palavras sejam férteis o suficiente para atrair de volta a chuva salgada que cai dos olhos e umedece seu ombro.

Pode ser que seja sobre reconhecimento...  


quarta-feira, 9 de março de 2011

Ainda assim, é pouco.



O seu sofrimento pode ser justificado.
Você é um tremendo idiota e age como tal.
Nada que você consegue é puro e de verdade e, talvez, quando realmente foi, você subestimou. 
Você não deveria ter se surpreendido. Você sabia. Você entendia. Mas tinha medo. 
E seu medo fez com que você se perdesse.
Agora chore! Sofra! Sinta o que você faz os outros sentirem.
Perceba quão ruim é machucar as pessoas.
Perceba que o seu pedido de perdão de nada adiantará enquanto essa ferida não for cicatrizada.
 E esta cicatriz servirá pra te deixar ciente da maldade que em você habita. 
Você não sabe amar. 
Não negue que está no centro quando, na verdade, é você que faz essa coisa de centro existir. 
Você pode desistir ou dar um tempo.
De imediato, não terá nada. 

Que o seu sofrimento te torne alguém melhor, William. 


Boa sorte.


                              Atenciosamente, Mundo



terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Sim, eu vou lembrar!

“Eu nunca tive muito, e tudo que tive de muito ou pouco, eu perdi.”


Eu sempre achei que tinha muito. Achava que tinha quase tudo, inclusive. No entanto, percebi que o meu muito, se filtrado, se tornaria pouco.
Hoje percebo que desconhecia o significado de uma amizade. Nestes últimos anos tenho descoberto, pouco a pouco, o que é ter um amigo.
Lembro-me de como era inseguro e vivia fingindo amizades para disfarçar meu sofrimento…
Eu tinha teorias e pessoas para acreditar nelas. Às vezes, eu fingia tão bem que também acreditava. Eu sabia a fórmula da amizade. Eu não sabia o que é amizade.
Eu era destemido. Invejado. Tinha popularidade, opinião e presença. Não havia ‘eu’, havia uma mercadoria a ser vendida.

Por sorte, e jamais por merecimento, conheci alguém que não só se importava comigo, como também com minhas atitudes. Só que, por idiotice (que até hoje me arrependo e choro por ter feito) e por ‘fodãonismo’, machuquei este alguém. Eu teria continuado o monstro que fui se este alguém, que não precisava de mim pra ser feliz, não me quisesse ao seu lado. Eu via superioridade nas suas ações exatamente porque eram puras e, ainda que com o coração partido e com motivos de me odiar pra sempre, veio falar comigo. Eu chorei. E comecei, a partir de então, querer ser como este ser. Eu mudei.


Agora eu não mais me achava o melhor. Muito pelo contrário. Agora eu não era bom o suficiente pra nada e pra ninguém. Talvez eu tenha sido mimado e, por isso, ficava oscilando entre as extremidades do ego. Eu não ouvia ninguém, afinal ninguém entendia o que se passava (e ainda passa) em minha mente. Eu ainda sofria, eu precisava falar, mas falar o quê? E pra quem? O que eu disse eu não sei, mas eu sei muito bem pra quem eu disse. Eu não me recordo também se, de fato, disse algo. Quando alguém te conhece de verdade, sabe o que te aflige ainda que você não diga nada. E foi assim comigo. Meu primeiro, único e sincero desabafo. E, apesar de não conhecer tanto aquele que melhor me conhece, eu confio. Ele tem teorias bem mais convincentes que as minhas. Ele conhece, de verdade e a fundo, uma amizade verdadeira. Eu tinha medo de não saber retribuir até perceber que me importar em retribuir, talvez, fosse suficiente. Eu aprendi.

Eu tinha as teorias, só faltava aplica-las.

À início, aplicava as teorias ditando-as às pessoas. Não funcionava. Eu percebia que as pessoas precisavam crescer e esqueci-me de crescer com elas. Só que a vida, esta danada, me presenteia com alguém com a mente igual à minha (só que com 20 minutos de atraso). Eu estava disposto a melhorar aos outros e então não tive limites nas teorias. Algumas não funcionavam, pois eram tão vazias quanto eu. Já outras, voltavam a mim como atitudes. É, foi isto que eu plantei. Atitudes. Não, calma! “Eu plantei”, não. Nós plantamos. Eu não estava ensinando nada a ninguém, eu estava aprendendo e colocando em prática o que eu já havia aprendido. Eu não mudei ninguém. Se alguém acha que não deve mudar por si mesmo, não deve mudar por ninguém. Você muda quando percebe que pode ‘conquistar um pouco mais de tudo’ através do que você é e, por insegurança, tenha escondido do mundo. Crescer sozinho é muito bom, crescer com aquele que é tido como o ‘increscível’, então, é perfeito. Nós crescemos.

Eu não vivo de sacrifícios, eu vivo de amor, ainda que, às vezes, tenha que me sacrificar.
Eu sei muito bem por quê e por quem eu tenho dispensado amor... Eu não me arrependo.

Hoje eu sei que tenho pouco, mas este pouco que tenho é do tamanho do mundo. E é meu, e ninguém pode me tomar, e eu amo, e é muito.

Sou grato aos meus amigos que, ainda que sem intenção, me tornaram alguém melhor.






@JaiceCris, @DuiliumCastro e @HugooDeleon, não se esqueçam de mim, assim como, na ordem dos acontecimentos, não me esqueço(ci) de vocês.

Não era pra ser meloso, mas eu não consigo. ;)


terça-feira, 24 de agosto de 2010

[...],ou não!


    Ainda que sejam vaidades quaisquer, há algo que te faça refletir, que te faça querer ser melhor e que , talvez, te faça querer crescer
Não há muito a pensar, não há muito a analisar. O fato é que construímos uma barreira entre nossa capacidade de realizar e nosso ânimo. Fingimos ser perfeitos, quando somos insatisfeitos com nós mesmos e fingimos ser fáceis de ser entendidos, quando nem nós mesmos nos entendemos.
Insistimos em acreditar que não somos amados e exigimos cada vez mais atenção com a intenção de tornar-nos o astro a qual todos esses pequenos planetas estão predestinados a orbitar…
    Somos as nossas vítimas, estamos perdidos nesse vácuo. Enganamo-nos com facilidade e tornamo-nos incapazes de enxergar as armadilhas que tramamos contra o nosso próprio ego.
    No momento, não precisamos ser amados, precisamos amar. Precisamos amar para não acabar com esta corrente recíproca de sentimentos. Ao contrário do que pensamos, não somos o centro do universo, nem o fim do túnel. Somos simplesmente peças fundamentais, assim como todas as outras.
     Chega de perder tempo em busca de nós mesmos, vamos procurar algo ou alguém que não seja tão primitivo e que tenha capacidade de nos mostrar o que somos ou quem somos de forma espontânea. Não precisamos definir quem somos, as nossas ações devem dizer isto por nós… Perceber, receber e devolver o carinho recebido, mesmo que de forma tímida, é fascinante.
     Há um ponto de equilíbrio entre a ‘teoria’ a ‘prática’.
    Teoricamente, amamos e somos amados infinitamente. As palavras não têm o mais o efeito que deveriam ter. Elas dizem o que é conveniente, independentemente se expressam verdade. Elas iludem com facilidade e machucam sem dó. No entanto, o amor praticado coloca-nos a par da verdade mostrando-nos, em pequenas ações, o valor que temos, afinal ‘são nas pequenas coisas que percebemos o quão somos importantes, porque as grandes tornam-se obrigações’.
      Não se ama para ser legal. Não se ama para ser agradável. Se ama pela simplicidade, pelos bons momentos, pelas alegrias compartilhadas, pela confiança, pela fidelidade, por prazer mútuo. Se realmente existe amor, deve ser praticado, não dito.
 - Temos que ser coerentes com o que dizemos. Temos que praticar o que pregamos. Temos que ser o que realmente somos…

Eu acredito na capacidade de interpretar ações como declarações e na capacidade de retribuí-las.

Há uma dor que me faz trocar noite de sono por madrugada de choro. Hoje não tenho vergonha de chorar. O choro faz tornar mais verdadeiro e sincero o que sinto.
Estou tentando voltar a orbitar. Só preciso devolver meu amor pra uns e receber minha parte de outros.

 
      Caso não sirva como algo reflexivo, que sirva como um desabafo.

                                                  Oi depressivo, quer teclar?                                       
        - Não!                                                     

sábado, 3 de julho de 2010

Eu texto

 Fez-se necessário escrever, assim como, desabafar.




O desafio de um início a cada texto, rompe o estímulo de fazê-lo. Eu não sou um fracassado, não ainda. No fundo, eu gosto de viver nesta ilusão, é bom sentir-se escrito, descrito, lido. Imagino-me como um texto. Um texto contraditório, metafórico e crônico.

É bom ser revivido a cada novo olhar, a cada nova leitura. É bom fazer com que meus ‘trechos’ façam crescer nos ‘leitores de mim’ algum tipo de emoção. Seja felicidade, rancor, prazer… O importante é não deixar de ser lido, percebido.


           Mas, como todo texto, aos olhos de quem o faz, nunca está totalmente pronto, assim também não estou. Ainda estou frio, não estou preparado pra ser lido por grandes mentes, contento-me em ser lido pelos que gostam da forma em que fui escrito e se contentam também (ou não) em realizar esta leitura neutra do que sou.
          
 Sinto que em mim, como pessoa, ainda falta a coerência que há em mim como texto. Não consigo sequenciar ações da mesma forma das palavras. Então é preferível ser texto e arriscar-se a ser rasgado, rabiscado, esquecido. Então é preferível ser texto e arriscar-se a ser lido, útil, agradável. Então é preferível ser texto, ainda que sem conclusão, como sou e me apresento.

domingo, 23 de maio de 2010

Vazio,

Não sei ainda se é só por esse instante. Eu não sei ainda se isto é concreto. Ando muito confuso, ainda não sei se quero ou se devo acreditar. Eu não sei se devo aproveitar ou se devo fugir. Não dá pra decifrar até onde é felicidade.
Às vezes as coisas são tão vagas, sem sentido. Outrora elas estão presentes, nos impactando, nos iludindo.
E se o nosso objetivo perder sua força e se tornar um simples desejo? Quando decidiremos?
Ainda me sinto como uma criança, que tem medo de dizer o que quer, pois os mais vividos podem não concordar. Talvez a voz da experiência seja boa, mas se não quisermos aprender com os erros alheios e nos arriscarmos na nossa própria busca?
Eu não sei. Não sei a quem devo falar. Não sei como falar. Não sei o que falar.
Por que coração e razão não seguem juntos, na mesma direção?
É melhor esquecer de tudo e festejar, pois assim a gente continua se iludindo e se adiando. Devo fazer uma autobiografia e lê-la toda manhã pra saber quem sou e o que quero, já que as mudanças são improváveis.
Quem sabe um dia eu acorde, crie coragem e rasgue esse padrão que criei contra minha própria vontade.
Nascer, crescer, reproduzir e morrer não são bastante.
Eu quero mais.

Eu quero simplificar o complexo. Eu quero entender o que penso. Quero conseguir, no mínimo, interpretar o que escrevo.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Isso energia, suverte!

E não tinha energia. E não havia mais nada a fazer… Então me ponho a ouvir música e a olhar fotos. Sinto saudade, de tudo, de todos. Não poder falar com vocês, ainda que pelo msn, me mata! rs
Isso é bom, às vezes.. Pq assim eu tomo vergonha na cara e percebo novamente o valor que cada um de meus amigos tem e o quanto eu os amo.
Eu sou feliz sim, e sei que sou. Afinal, são as melhores pessoas do mundo que me dão força, são os meus amigos. Ainda bem que vocês existem, seus danadinhos!
Venham me visitar sempre que puderem e não deixem de escrever!
Eu amo vocês muito!
Agora, sinto falta em especial de Jai, Cátia, Ray, Duda, Iana, Ponina, Geisinha, Donda, Lays, Pêdson,  Hugo, Pepê, Vitor. Tem um mundo de friendsinho a citar ainda. BUT, agorinha, esses me bastariam. rs. Espero que os resto de meus BFFs não fiquem com raiva ao ler isto, se é que alguém vai ler!rs
Mas enfim, se eu tivesse pó de pirlimpimpim, os traria pra mim. (Tem razão nunguém gostar de mim, fico botando essas prosas aqui..)

- Ah, ou vai ou racha!
Sinto falta de Dalana, Heloísa, Tainara, Ticão, Paula Preta, Doim, Neilton, Medoin, 
Manelito(im memorian), Zé Bitaca(o q fez a sandalha da humildade de Jai, rs), Lismirela, 
Ludimila(lagoa duminguim), Mazinha (a mãe de Punina), Eva Gardênia, 
Cidona e daquela menina que anda com Vanilda.

.

Vish, daqui a pouco é o niver de Jai. (Rép bârdey!)
GENTE, quando me ver, me abrace. Eu vou dizer: Se liga, favelado(a). BUUT, võ tá doidão por um ablasso. Huum, q nindo. rs
                                               #parei.

LOVER YOURS. Os primeiros tá?
                    uma beija, @williamluz

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Coé saudade, Bls?

Bem, já me acostumei a descrever aqui os meus sentimentos em relação aos meus amigos e ao contrário do que se pensa, não dá pra citar todos. Mas esta postagem considero especial, não por que as pessoas a quem dedico são melhores que meus outros amigos e sim porque eles foram amigos quando mais precisei de amizade. 
Duílio, Rayana, Tássia, Donda, Hugo, Carla e Bila, eu nem sei por que, mas vocês me acolheram. Fizeram de seus lares meu lar. Eu me sinto amado por vocês e tenho medo de que vocês não entendam que eu também os amo. Vocês me ajudaram muito, nem sei como seria ter que suportar estar longe de tudo que me acostumei a ter sem vocês. Obrigado pelo carinho e desculpa pelo incômodo. 
Espero estar com vocês em breve, seja pra cuidar da cachorra (DC, TC, HD) ou pra colocar comida a mesa (HC, RC, LC, B?).

Duda, obrigado pelo jaleco, por sua paciência, por sua amizade, por seu companheirismo, pela omelete, pelas roupas emprestadas, pelo cuidado, pela proteção, pelo amor…
Ray, obrigado pelo apoio, pelas calças coloridas, pelos óculos, pelas lágrimas, pelas músicas, pelo amor…
Carla, obrigado pelo kibizinho, pela pizza, pela atenção, pelo amor…
Don, obrigado pelo companheirismo, pela tolerância, pela amizade, pelo amor…
Guinho, obrigado pela cama, pelo acolhimento, pela irmandade, pelas risadas, pelo amor…
Bila, obrigado por Carlos (rs), pelo carinho, pelo estímulo, pela força, pelo amor…
Tatá, apesar de não ter tido tempo pra mim, obrigado por me ligar, por me levar em casa, e pelo seu amor…
 
Tenho todos vocês em minhas orações e desejo a vocês o melhor.
Eu os amo, amo muito. A saudade é enorme, mas estaremos juntos logo.
Não se esqueçam de mim.  VOCÊS SÂO ETERNOSTERNOS (L).

                          ♥Êta amor, êta saudade...

quarta-feira, 24 de março de 2010

Outro pedaço.

          Não! Não tem ninguém doido aqui não...
      Tava tudo tão encima do pé...

Eu ainda não me acostumei com a ideia de estar longe de vocês. Vocês sim, sabem como fazer da vida esse jogo de improviso, mas não esperávamos que ela nos faria isso. Eu penso em vocês todos os dias. As vezes a saudade é tanta, a vontade de chorar é tão grande que nem coragem de ligar eu tenho. Enquanto escrevo, choro. É estranho como a distância aproxima as pessoas, a todo momento confundo pessoas nas ruas, na esperanças de vê-las perdidas por aqui.  Eu sei que a gente vai se encontrar. Eu desejo o melhor a vocês. Eu as amo. Muito.

Já acho que sim.                                                                          Eu queria estar aí, agora!
            Quem tem gente doida aqui.                    

         Não sei mais o que dizer... ♥)  
                                [CRESCE, LIO, INFANTIL, PÁRA DE CHORAR] pra vocês♥

                          

domingo, 14 de março de 2010

Se for preciso desabafar...

E aos poucos meu sofrimento vai se desfazendo...
 Agora já não choro tanto como antes. Talvez tenha encontrado a PAZ que meu espírito procurava para se aquietar. As estrelas inexistem na noite, mas em meus sonhos elas voltam a brilhar. E brilham, desta vez, com mais força. Me fazendo perceber que eu não estou sozinho.
  O amor, essa doença incurável me dá ânimo pra querer ser, querer crescer. As influências são boas, as pessoas são boas, o momentos são bons!

Aos que sempre tive: Sempre os amarei. Aos novos: Quero poder amá-los também!

Anexa-se diariamente em minha vida o BOM DE TUDO. Amizade constante e sincera.

além de tudo//  OBRIGADO POR ME ACOLHEREM   . ♥ )

quinta-feira, 11 de março de 2010

Tróca, Mentíra, Por W.Luz e Jaice Fly

William Batista Luz, primo de Jesus Luz que é filho de Tia Maria Luz. Inclusive, nesta manha em que o sol nasceu as 8:00h para alguns (J@ycie_flay) - MENTIRA! Onde a lua nasceu as 8:00h – MENTIRA! Não nasceu porra nenhuma!TROCA! Então, as flores do jardim desabrocharam- MENTIRA! As flores murcharam e caíram... MENTIRA!- Não havia flores. TROCA – O jardim da fazenda tava cheio de percevejos, que estavam de mal perpétuo com a muriçoca, TROCA- Que exclamou: _ Oh terrível percevejo, não me mate! TROCA Porém, o percevejo com ódio no olhar mirou a muriçoca MENTIRA , mirou a tadinha MENTIRA! Não mirou, jogou no rumo e acertou bem no centro do TROCA Helicóptero que por ali passava para fazer a patrulha, afinal era um jardim muito violento MENTIRA! , afinal era um jardim onde as drogas e a prostituição rolavam solto MENTIRA! , afinal ele era responsável pela distribuição de drogas e prostitutas TROCA. E como se não bastasse, havia uma muriçoca de pai judeu e que não falava persevejês TROCA E muito menos estava conivente com a distribuição MENTIRA! Era ele o mandante de tudo aquilo MENTIRA! Ele comia as prostitutas como niguém havia feito antes. TROCA E elas A D O R A V A M, afinal era o ganha-pão delas MENTIRA! , afinal era meio de sustentação delas MENTIRA!, afinal elas era viciadas e viviam no cio, elas eram sedentas pelas mais prazerosas TROCA Pregações do Senhor! Pois não agüentavam mais aquela vida de ‘dação’. MENTIRA! Pois já estavam frágeis com o peso do tempo MENTIRA! Pois TROCA o cuzim delas tavam todos dilatados devido as transas violentas q tinham com um número variado de clientes MENTIRA q tinham com seus parceiros sexuais MENTIRA q tinham com os animais da fazenda. TROCA Aquele bando de queima roscas MENTIRA Aquele bando de cão dos inferno MENTIRA Aquele número significativo de pessoinhas que também davam o TROCA máximo de si para sustentar suas famílias MENTIRA , para sustentar seus lares MENTIRA, para sustentar aqueles cafetões FDPs que só queriam o dinheiro e o TROCA extermínio de suas dignidades MENTIRA! Valor físico de suas vidas, não se preocupavam com o valor sentimental. MENTIRA! O cu mesmo, porra TROCA, carái, miséra. Apesar das armadilhas da vida, havia corações dispostos MENTIRA!, corações indispostos MENTIRA! Haviam fígados destruídos pela bebida, pulmões pelo cigarro e a sífilis se encarregou de destruir o TROCA sonho de paz que ainda havia MENTIRA! Sonho de mudança que se instaurava na vida das pessoas que ali residiam MENTIRA! Sonho de consumo, que fazia a competição se tornar um alvo fácil para a movimentação do capital estrangeiro TROCA que assolava a realidade cruel naquele jardim. Os conflitos entre os gongos do alto morro e das mariposas da baixa d’água preocupou os governantes MENTIRA! Preocupou o prefeito MENTIRA! Preocupou os vereadores MENTIRA! Só Valdeci preocupou-se. Os gongos do alto morro tavam viciados em heroína mas o chefe TROCA Gostava mais da cocaína, que além de ser mais prática, tinha um efeito mas rápido MENTIRA! Que além de ser mais branca tinha um cheirinho bom MENTIRA! Que era mais barata, onde é que gongo de cidadezinha suburbana vai ter dinheiro pra gastar numa raridade como a heroína TROCA, ainda mais com os altos gastos com impostos MENTIRA! Com altos gastos com leite em pó pras crianças MENTIRA! Com altos gastos de sua operação transexual TROCA e até colocar silicone, fazer uma lipo, demoraria séculos MENTIRA! Demoraria dias MENTIRA! Não, esse processo na verdade é muito rápido TROCA ainda mais quando a bixa é decidida MENTIRA! Quando o cidadão de opção sexual indefinida MENTIRA! Quando o queima rosca, mão quebrada, viado, muiesinha que pinta as unhas e usa absorvente sabe o que quer. A operação transexual facilitaria a vida desse gongo porque TROCA assim ele poderia queimar a rosca como, onde e quando ele quiser MENTIRA! Puder MENTIRA! Vier ! TROCA

domingo, 7 de março de 2010

Meu anseio.

  

  
Sinto tanta falta. 
- Te amo muito Minha Negona, Minha Morena Jambo, Minha Beyoncé,
Minha deusa do Ébano, Meu Vale do Silício, Minha Pérola Negra (õõ perola negraa) !

  

Tá difícil sem você, 
      eu não sei exatamente o que fazer, como agir.
            Te preciso, preciso muito. 
    Quero acordar com seus gritos.
    Quero ir pro chafariz panhar água terça&sexta pra te agradar.
    Quero ir pra casa de vó quinta pra limpar buxo! 
    Quero ir na barraca sábado ao meio dia pra buscar comida.
    Quero sua presença apesar de senti-la sempre.
    Quero tocar-te.
            Não sei bem o que dizer, 
                          então choro de saudade.

            E você será sempre amada, mainha♥
      
       

 Isso não é tudo, eu te amo muito mais...

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

  Que Deus te faça bem mais feliz lá. too'
  Onde quer que esteja, Deus e eu estaremos contigo.
                Estou me pocando pra cá, luíndo de amor, até o bagaço.

                                           CHOREI HOJE!

                    Obrigado por tudo, amigos!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

DROGA, há amor em mim!

Não é simplesmente abraçar. Não se pode abraçar em vão. É necessário que haja mais que sentimentos e emoções, é preciso ter sinceridade e toda uma história.
É bom que seja recíproco. É bom que seja muito mais do que um abraço.
Não programado, tem que ser espontâneo. E ao abraçar, calar-se e deixar que o abraço fale. E se sentir seguro, amado, importante.




É. É isso que sinto quando te abraço.
Sem metáforas, sem arrodeios, diretamente e sem proporções:
Você é muito importante pra mim, obrigado por me abraçar, por me mostrar que é possível amar, acima de tudo!
- Te abraço e te amo, irmã. 


Iana Rísia ♥             

domingo, 31 de janeiro de 2010

Disfarçando emoções. (NOJO)

Ver imagem em tamanho grandeLágrimas e música juntas são as piores coisas existentes.
Fazem com que eu me sinta estranho, dividido entre a angústia e a euforia.
Acho que é isto que alguns chamam de emoção...



 Mas eu, se me conheço bem, não estou pronto pra falar disso.


                                          Não sinto nada. Sou insentível.